Lâmpada acesa há mais de 100 anos
A lâmpada foi acesa em 1901 na cidade de Livermore, norte da Califórnia e foi apagada apenas por alguns cortes de energia e a mudança de prédio dos bombeiros em 1976.
Imagens incríveis do Cristo Redentor
Foi iniciado um trabalho de reforma ao Cristo Redentor no último mês de março, como informa o site Último Segundo:
Cercado de armações metálicas, a estátua do Cristo Redentor, no alto do morro do Corcovado, no Rio de Janeiro, começa a passar por uma reforma que vai reparar desgastes causados pela erosão e recuperar a capela que fica aos pés do monumento. Segundo os responsáveis, o trabalho não vai prejudicar o acesso de visitantes e deve terminar em junho.
"A obra será feita em partes, para não haver limitação no fluxo de turistas no local", explica o padre Omar Raposo, reitor do santuário.
Operários já trabalham sobre os andaimes e usarão rapel para substituir as pastilhas de pedra de sabão que revestem a estátua. "O monumento fica exposto 24 horas por dia, a 710 metros de altura, o que faz com o que o desgaste seja muito maior", afirma o padre. Com custo estimado de R$ 7 milhões, as obras incluem impermeabilização, restauração da estrutura de ferro no interior da estátua e reforma da capela, também sem a interrupção do calendário de missas e celebrações realizadas ali."
As fotos abaixo foram recebidas por e-mail, e o autor é desconhecido. São imagens incríveis que mostram o Cristo Redentor bem de perto, com os encarregados da obra, e têm como fundo a paisagem maravilhosa do Rio de Janeiro.
Clique nas imagens para ampliá-las.
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Jornalista ucraniana publica primeiro tweet embaixo d'água
Mensagens foram publicadas a partir de celular em aquário de Odessa.
Julia Gorodetskaya postou quatro tweets a 5,8 metros de profundidade.
Do G1, em São Paulo, em 19/04/2010

Jornalista ucraniana levou celular para aquário
para postar primeiro 'tweet aquático (Foto: Marina Roitman /Divulgação)
A jornalista ucraniana Julia Gorodetskaya foi a responsável pelo primeiro tweet publicado embaixo d'água de que se tem notícia.
A mensagem "Este é o primeiro #underwater_tweet da história. Eu te disse, @netocrat", escrita em ucraniano, foi a primeira de quatro postadas de um celular dentro de um plástisco lacrado, a uma profundidade de 5,8 metros.
No dia 29 de março, Julia (@gorodetskaya) e uma equipe de televisão foram ao aquário de Odessa, na Ucrânia, para registrar a sessão de "tweets aquáticos", que foi transmitida pela mídia local e documentada pela imprensa do país. A notícia ganhou os sites internacionais nesta segunda-feira (19).
Julia acessou o Twitter a partir de um aparelho com Opera Mini. O evento foi idealizado e organizado por uma operadora ucraniana e a sessão foi registrada em vários sites de
relacionamento.

Julia Gorodetskaya usou aparelho dentro de saco plástico lacrado (Foto: Marina Roitman/Divulgação)
Maior temperatura da história é desenvolvida por cientistas
Retirado do site G1
Cientistas dos EUA desenvolvem maior temperatura da história
Experimento conseguiu calor de 4 trilhões de graus Celsius.
Temperatura é suficiente para derreter prótons e nêutrons.
Da Reuters
Cientistas criaram a temperatura mais alta da história em laboratório - 4 trilhões de graus Celsius -, quente o suficiente para desintegrar a matéria e transformá-la no tipo de sopa que existiu milionésimos de segundos depois do nascimento do universo.
Eles usaram um acelerador de partículas gigante do Laboratório Nacional de Brookhaven, do Departamento de Energia dos Estados Unidos, em Nova York, para bater íons de ouro na produção de explosões ultra-quentes, que duraram apenas milésimos de segundos.

Experiência foi realizada com a utilização de um acelerador de partículas de 3,8 quilômetros de comprimento.
Isso, no entanto, foi suficiente para dar aos físicos assunto para anos de estudo, que eles esperam vão ajudar a entender por que e como o universo foi formado.
"Essa temperatura é alta o suficiente para derreter prótons e nêutrons", disse Steven Vigdor, do Brookhaven, em uma entrevista coletiva num encontro da Sociedade Americana de Física, em Washington, nesta segunda-feira 15).
Essas partículas formam átomos, mas elas próprias são formadas por componentes menores chamados quarks e glúons.
Os físicos buscam agora minúsculas irregularidades capazes de explicar por que a matéria acumulou nessa sopa quente primordial.
Eles também esperam usar seus achados em aplicações mais práticas --como no campo da "spintrônica", que tem como objetivo desenvolver peças de computador menores, mais rápidas e mais potentes.
Eles usaram o Colisor Relativístico de Íons Pesados (RHIC), um acelerador de partículas com 3,8 quilômetros de comprimento e que está a 4 metros abaixo do chão em Upton, em Nova York, para colidir íons de ouro bilhões de vezes.
"O RHIC foi projetado para criar matéria nas temperaturas encontradas inicialmente no universo antigo", disse Vigdor. Eles calculam que a temperatura de 4 trilhões de graus se aproxima muito disso.
O centro do nosso Sol mantém-se a 50 milhões de graus, o ferro derrete a 1.800 graus e a temperatura média do universo é atualmente de 0,7 grau acima do zero absoluto.
Pela primeira vez, cientistas "fotografam" molécula individual
| IBM | ||
| "Foto" da molécula de pentaceno, acima; abaixo, desenho traz carbono em átomos cinza e hidrogênio em brancos |
De acordo com o jornal espanhol "El País", a molécula de pentaceno (C22H14) consiste em cinco anéis de benzeno unidos formando uma cadeia aromática, que pode ser usada em novos semicondutores orgânicos. A estrutura de carbono e hidrogênio possui 1,4 nanômetro de comprimento.
Há dois meses, a "Science" também publicou um estudo no qual se
Com os estudos, pode-se investigar como se transmite a carga por meio das moléculas ou de redes moleculares. Na prática, o desenvolvimento da eletrônica molecular significa o aumento do desempenho tecnológico de dispositivos eletrônicos, como computadores e telefones móveis, a partir da redução do seu tamanho.
O vídeo da observação dos átomos na molécula de pentaceno pode ser visto aqui.
Grupo teatral encena peça dentro de táxi
Mônica Vasconcelos
Da BBC Brasil em Londres
Uma companhia de teatro está encenando uma peça dentro de um táxi na capital da Irlanda do Norte, Belfast.
A produção, intitulada Two Roads West, toma a forma de um passeio pela cidade. O motorista do táxi e uma das passageiras são atores, e cinco pessoas - os demais passageiros - assistem à peça de cada vez.
A peça foi escrita por um ex-militante do IRA (Exército Republicano Irlandês), o escritor Lawrence McKeown.
Durante cerca de uma hora, o motorista Bill, interpretado pelo ator Vincent Higgins, dá uma volta pela região oeste de Belfast, percorrendo ruas que foram palco de momentos sangrentos na história da região.
Sentada no banco de trás do carro - o tradicional táxi preto britânico - está a passageira Rosie (a atriz Carol Moore), de volta à cidade natal após 40 anos de ausência.
Two Roads West explora a interação entre Rosie, o motorista Bill e duas ruas da cidade, situadas nos lados católico e protestante e separadas por uma barreira chamada de “linha da paz”.
Comunidades em conflito
Paula McFetridge, diretora da peça, disse que atuar e dirigir o carro ao mesmo tempo é um desafio para Higgins, e explicou que o ator está armado de uma série de falas "de reserva" para estender a duração da peça em eventuais congestionamentos.
"Você tem de levar em consideração que as ruas envolvidas, Falls e Shankill, são ruas principais e tudo acontece nelas, de funerais a acidentes e pessoas na rua interagindo com você", acrescentou.
Ainda assim, os atores conseguem fazer três espetáculos por dia, com ingressos custando cerca de R$ 26.
Este não é um empreendimento lucrativo e recebe financiamento da prefeitura da cidade. Mas McFetridge, nascida no oeste de Belfast e de família católica, acha que o teatro “pode ajudar a derrubar as barreiras que dividem a comunidade".
E isso não se resume à comunidade de Belfast. A diretora tem planos de levar a peça a outras cidades da Irlanda do Norte e quem sabe até a outros países marcados por conflitos.
"Só o fato de as pessoas verem onde o outro lado da comunidade vive já muda sua percepção."
A escolha do modo de transporte, no entanto, teria de se adequar à cidade.
"Por exemplo, se fizéssemos uma peça em Atlanta (Estados Unidos) explorando o movimento dos direitos civis dos negros teríamos de usar um ônibus amarelo."
Interação
A interação entre o público e os atores, em um espaço tão pequeno, não é incentivada, mas às vezes não pode ser evitada.
McFetridge disse que em um dos espetáculos, uma mulher comprou um ingresso achando se tratar de um passeio convencional pelos pontos turísticos da cidade.
"Tivemos alguns episódios interessantes. Uma mulher achou que (a atriz) Carol Moore estava bêbada e por isso ficava interrompendo todo mundo, desesperada para contar suas histórias pessoais e seu relacionamento com a cidade."
Two Roads West , uma produção da companhia de teatro Kabosh, é parte do West Belfast Festival (Féile '09, em gaélico) e fica em cartaz até o dia 9 de agosto.
Trevo de 21 folhas
O agricultor, Shigeo Obara, cultiva e faz experimentos há mais 50 anos no jardim de sua casa. O objetivo de Obara san é conseguir produzir um trevo com 30 folhas, e segundo ele, está muito próximo de conseguir.
Alemão faz 12 navios de papel de 5,5 milímetros e bate recorde
O alemão Peter Köppen, de 61 anos, mostra um de seus 12 navios de papel, que medem apenas 5,5 milímetros. Köppen estabeleceu um novo recorde mundial ao dobrar os 12 micronavios em 22 minutos e 5 segundos, no domingo (21), durante a 15ª edição do ‘Impossibility Challenger’, em Dachau, na Alemanha. (Foto: Michaela Rehle/Reuters)
Encontrado 29 anos após a morte!
Um homem desapareceu há 29 anos (tinha então 69 anos idade). Ao que parece, seus familiares nunca souberam da verdadeira sorte do idoso. Simplesmente, em um dia não voltou para casa.
Mas há pouco algo estranho aconteceu. Uma pessoa que caminhava pelos bosques encontrou alguns ossos humanos no solo. Sua surpresa foi maior, quando ao olhar para cima, viu o resto do corpo (esqueleto) amarrado nos ramos de uma árvore, a 11 metros do chão.
Se isso já não bastasse para considerar a situação muito curiosa, a polícia encontrou uma pistola ao lado dos restos.
Algumas perguntas que não querem calar:
1.- Porque pendurou-se, se tinha uma arma? Será que pensou em utilizar a arma se a forca não funcionasse?
2.- Porque estava a 11 metros do chão? Será que a árvore cresceu tanto assim?
Mistérios...
Grãos de areia
Ainda que cada grão de areia da praia pareça igual
aos bilhões restantes, se olharmos sob uma perspectiva mais detalhada
vamos descobrir a história particular que cada um tem para nos contar.

Formados por restos de explosões vulcânicas, de erosões
das montanhas, de organismos mortos e inclusive de estruturas feitas pelo homem,
a areia pode revelar a história geológica e biológica do meio em que vivemos.
Se a observamos mais de perto, a areia mostra cores espetaculares, formas e
texturas: cada grão de areia é uma diminuta obra de arte.
Lumahai em Kauai, Hawaii. Formados por brilhantes pedaços de Olivina.
Aumentados 110 vezes parecem jóia preciosas não talhadas.
segundo a análise em perspectiva, um universo em miniatura ou poeira,
exatamente como nós... terra, simples poeira no
universo cósmico.
cristal de zafira que sobreviveu a erosão devido a sua maior dureza.
Fonte: geology.com
Um exemplo a ser seguido...
Um exemplo a ser imitado
Olha que bacana. O governo das ilhas Canárias fez um acordo com a Associação de Supermercados, para distribuir os alimentos dos estabelecimentos, entre as pessoas mais carentes, no mesmo dia ou no dia posterior ao seu vencimento quando devem ser retirados dos expositores.
- "Os produtos que superam sua data de consumo preferente ainda não caducaram, a margem de segurança utilizada na industrialização de alimentos cobre com folga este período quando os alimentos serão distribuídos. Eles não estão estragados", disse o porta-voz do governo, Martin Marrero.
Os critérios que determinarão a partilha serão estabelecidos pela Assessoria de Bem-estar Social do governo. Os governantes esperam que todos hiper-mercados adam a esta iniciativa, que pretende chegar a todas as ilhas.
Estádios vazios...
Novo material pode tornar objetos "invisíveis"
Um novo material que manipula a curvatura da luz levou os cientistas a se aproximarem de um dispositivo que pode tornar objetos invisíveis. Além das possíveis aplicações militares, o método também poderia ter um uso bastante prático ao tornar mais claras as comunicações por telefonia celular, disseram eles.
"A tecnologia de camuflagem poderia ser usada para fazer 'desaparecer' obstáculos que bloqueiam a comunicação", disse David Smith, da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, que trabalhou no estudo, publicado na revista "Science". Smith faz parte da mesma equipe de pesquisa que, em 2006, provou que um aparelho como esse era possível. Ele afirmou que o novo material é mais fácil de produzir e funciona em uma banda muito mais larga. É feito a partir de um metamaterial, uma substância exótica produzida artificialmente e dotada de propriedades que não existem na natureza.
Os metamateriais podem ser usados para formar diversas estruturas de "camuflagem", que conseguem "dobrar" as ondas eletromagnéticas, como as da luz, fazendo com que contornem um objeto. Esse efeito torna os objetos invisíveis. Nesse caso, o material é produzido a partir de mais de 10 mil pedaços individuais de um produto parecido com fibra de vidro. As partes são dispostas em fileiras paralelas sobre uma placa de circuito.
A equipe, que inclui Ruopeng Liu, também da Universidade Duke, e T. J. Cui, da Universidade Southeast, em Nanjing, China, realizou experiências de laboratório nas quais direcionou micro-ondas através do novo material de camuflagem para um obstáculo colocado em uma superfície espelhada lisa. O processo impediu que os feixes de micro-ondas se dispersassem e fez com que a superfície parecesse lisa. Smith disse que o objetivo não é fazer com que algo visível desapareça. A camuflagem, disse ele, pode funcionar em qualquer porção do espectro eletromagnético.
Na onda
Os seres humanos "veem" usando a luz visível, cujos comprimentos de onda são inferiores a um mícron (um milionésimo de metro). Mas celulares e outros aparelhos "veem" usando luz com comprimento de onda de alguns centímetros, explicou Smith em um email. Ele afirmou que objetos podem bloquear a "visão" dos celulares, dificultando a comunicação.
"Poderia haver duas antenas tentando 'ver', ou receber sinais, mas uma sendo bloqueada pela outra", disse ele. "Seria possível imaginar o uso do dispositivo de camuflagem para tornar as antenas invisíveis uma em relação à outra, para eliminar a interferência na comunicação."
Smith disse que a noção de um aparelho que torna objetos invisíveis aos seres humanos é ainda um conceito distante, mas não impossível de ser alcançado. "Esta última estrutura que desenvolvemos mostra claramente que há potencial para camuflagem se tornar fato científico em algum ponto", afirmou o pesquisador.
Apesar da pesquisa da equipe contar com patrocinadores que incluem a empresa de produtos militares Raytheon Missile Systems e o Departamento de Pesquisa Científica da Força Aérea dos Estados Unidos, Smith disse que a tecnologia não foi criada para substituir a tecnologia "stealth". "Se isso tiver um impacto em aplicações de comunicação, mesmo comerciais, essas mesmas aplicações podem existir presumivelmente em contextos de defesa."
Cientistas conseguem fazer teletransporte
Um grupo de pesquisadores das Universidades de Maryland e Michigan, nos Estados Unidos, deu mais um importante passo no emergente campo do teletransporte. Eles conseguiram teletransportar um gordão. Um átomo gordão, melhor dizendo. No caso específico, reportado na edição desta semana do periódico científico "Science", o grupo liderado por Steven Olmschenk usou átomos de itérbio (um elemento pouco conhecido da tabela periódica, com nada menos que 70 prótons em seu núcleo). Eles conseguiram transferir as características de um dos átomos para outro semelhante a uma distância de um metro. O que, na prática, equivale a teletransportá-lo. Mas só na prática. Na verdade, nenhum dos dois átomos sai do lugar. O que viaja, por rotas ainda completamente misteriosas, é a informação, ou seja, as características quânticas, como a rotação. E o que era um passa a ser o outro, como num passe de mágica -- ou, como Albert Einstein se referiu ao fenômeno, numa "ação fantasmagórica à distância".
Teletransportes quânticos, como são chamados, têm sido feitos desde 1997. O novo avanço consiste na capacidade de fazer a coisa acontecer com átomos inteiros compostos por múltiplas partículas, em vez de partículas mais simples como os fótons (componentes da luz), os candidatos mais prováveis a esse tipo de experimento, ou mesmo prótons. O sucesso só é possível porque, na misteriosa mecânica quântica, que rege o comportamento de objetos muito pequenos, as partículas não possuem características definidas até que elas sejam observadas. Mas, apesar disso, é possível juntar duas partículas diferentes de modo que elas fiquem intrisecamente relacionadas, mesmo que separadas pelo espaço. A esse fenômeno os cientistas dão o nome de entrelaçamento (entanglement). E aí, depois que duas partículas estão entrelaçadas, dependendo da interação que se promove com uma delas, voilà, as características são transferidas para a outra -- não importando a distância. Sonhos de ficção Claro que experimentos como esse evocam, imediatamente, imagens da série de TV "Jornada nas estrelas" ("Star trek"), em que os tripulantes da nave Enterprise desciam aos planetas usando um aparelho de teletransporte, que desmaterializava a pessoa e rematerializava-a no local desejado. (O aparelho é hoje particularmente cobiçado pelas pessoas que enfrentam o trânsito das grandes cidades para ir ao trabalho.) Entretanto, os cientistas admitem que fazer teletransporte de objetos mais complicados, compostos por zilhões de partículas, como o capitão Kirk, é um desafio que beira totalmente a impossibilidade. "O teleporte quântico ocorre quando dois estados entrelaçados de duas partículas estão altamente correlacionados, de modo que é possível usar a interação com uma partícula para afetar a outra", explica o físico Lawrence Krauss, da Universidade Estadual do Arizona. "Mas essa correlação quântica é muito frágil. É por isso que pessoas e outros objetos macroscópicos agem de forma clássica, e não como na mecânica quântica." Na verdade, o grande objetivo dos pesquisadores é usar o teletransporte quântico -- que, na verdade, se resume a transportar informações de uma partícula a outra -- em novas tecnologias de computação. O sonho do computador quântico, que usaria as propriedades malucas das partículas para processar dados, é um que os cientistas de fato têm esperança de converter em realidade num futuro próximo. Essas máquinas permitiriam a realização de alguns cálculos hoje impossíveis e também aumentariam dramaticamente a segurança na transmissão de dados. Para o processamento de dados quânticos, a partícula favorita é mesmo o fóton, mais fácil de entrelaçar. Mas computadores também precisam de memória física, e para isso é bem melhor usar partículas com massa -- daí a importância do avanço recém-produzido pela equipe de Olmschenk.
Daqui: http://blogstoni.blogspot.com/2009/01/cientistas-conseguem-fazer.html
Erro no servidor do tradutor
Aposentada é proibida de dirigir até o ano 3000
A aposentada Luba Relic, de 84 anos, foi proibida de dirigir até o ano 3000. A Justiça australiana aumentou em um ano sua suspensão, pois considerou que a punição anterior --até o ano 2999-- era insuficiente, segundo o jornal australiano "Manly Daily".
A aposentada, que já esteve mais de 70 vezes em audiência nos tribunais por ter cometido diversas infrações de trânsito nos últimos anos, insistiu que é uma "boa condutora". Ela chorou diversas vezes diante da juíza Margaret Quinn.
No entanto a juíza não se comoveu e ampliou em um ano a suspensão de sua carteira de motorista, sustentando que Luba Relic continuou a conduzir, apesar de sua licença ter sido suspensa até 2999 por razões médicas.
No ano passado, segundo testemunhas, a idosa bateu o carro em outro veículo enquanto tentava estacionar em Brookvale (Austrália). "Eu vi os carros muito próximos entre si e ouvi um barulho forte", afirmou James Pollet.

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