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Fazer upload dos dados do próprio cérebro

Cientista prevê que, até 2040, será possível fazer upload dos dados do próprio cérebro
Também se cogita a possibilidade de imortalidade.


Por Matheus Gonçalves

Ray Kurzweil, futurologista e cientista americano, dedicou a vida toda a criar máquinas e aparelhos que ajudassem as pessoas. Agora ele acredita que uma nova era se aproxima, na qual, com modificações genéticas, o ser humano será capaz de feitos incríveis, como correr na velocidade do atleta/fenômeno norte-americano Usain Bolt, transferir dados diretamente do cérebro para, por exemplo, a internet e até mesmo viver para sempre.

Segundo o site The Independent, Kurzweil foi o criador de dispositivos inovadores, como o primeiro sintetizador de música capaz de duplicar quase que perfeitamente o som de um piano de cauda, ou do primeiro leitor de livros para cegos. O inventor é conhecido por seu louvável senso de responsabilidade social. Seu aplicativo educacional chamado Kurzweil 300, que ajuda no ensino de pessoas com dislexia ou transtorno de déficit de atenção, é um exemplo disso. Kurzweil afirma que, com o avanço do estudo do DNA, a imortalidade vai se tornar uma proposta real até 2045. Ele chama toda essa gama de processos de evolução, assistida ou não, de Singularidade.

Kurzweil ainda defende que seremos capazes de enviar informações de uma mente humana para um computador, capturando toda sua personalidade, incluindo memória, habilidades específicas e sua história, usando para isso máquinas não biológicas que co-existirão com os humanos de forma tão harmoniosa que as diferenças entre eles não serão tão importantes.

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