Grupo teatral encena peça dentro de táxi

Mônica Vasconcelos
Da BBC Brasil em Londres


Uma companhia de teatro está encenando uma peça dentro de um táxi na capital da Irlanda do Norte, Belfast.

A produção, intitulada Two Roads West, toma a forma de um passeio pela cidade. O motorista do táxi e uma das passageiras são atores, e cinco pessoas - os demais passageiros - assistem à peça de cada vez.

A peça foi escrita por um ex-militante do IRA (Exército Republicano Irlandês), o escritor Lawrence McKeown.

Durante cerca de uma hora, o motorista Bill, interpretado pelo ator Vincent Higgins, dá uma volta pela região oeste de Belfast, percorrendo ruas que foram palco de momentos sangrentos na história da região.

Sentada no banco de trás do carro - o tradicional táxi preto britânico - está a passageira Rosie (a atriz Carol Moore), de volta à cidade natal após 40 anos de ausência.

Two Roads West explora a interação entre Rosie, o motorista Bill e duas ruas da cidade, situadas nos lados católico e protestante e separadas por uma barreira chamada de “linha da paz”.


Comunidades em conflito

Paula McFetridge, diretora da peça, disse que atuar e dirigir o carro ao mesmo tempo é um desafio para Higgins, e explicou que o ator está armado de uma série de falas "de reserva" para estender a duração da peça em eventuais congestionamentos.

"Você tem de levar em consideração que as ruas envolvidas, Falls e Shankill, são ruas principais e tudo acontece nelas, de funerais a acidentes e pessoas na rua interagindo com você", acrescentou.

Ainda assim, os atores conseguem fazer três espetáculos por dia, com ingressos custando cerca de R$ 26.

Este não é um empreendimento lucrativo e recebe financiamento da prefeitura da cidade. Mas McFetridge, nascida no oeste de Belfast e de família católica, acha que o teatro “pode ajudar a derrubar as barreiras que dividem a comunidade".

E isso não se resume à comunidade de Belfast. A diretora tem planos de levar a peça a outras cidades da Irlanda do Norte e quem sabe até a outros países marcados por conflitos.

"Só o fato de as pessoas verem onde o outro lado da comunidade vive já muda sua percepção."

A escolha do modo de transporte, no entanto, teria de se adequar à cidade.

"Por exemplo, se fizéssemos uma peça em Atlanta (Estados Unidos) explorando o movimento dos direitos civis dos negros teríamos de usar um ônibus amarelo."

Interação

A interação entre o público e os atores, em um espaço tão pequeno, não é incentivada, mas às vezes não pode ser evitada.

McFetridge disse que em um dos espetáculos, uma mulher comprou um ingresso achando se tratar de um passeio convencional pelos pontos turísticos da cidade.

"Tivemos alguns episódios interessantes. Uma mulher achou que (a atriz) Carol Moore estava bêbada e por isso ficava interrompendo todo mundo, desesperada para contar suas histórias pessoais e seu relacionamento com a cidade."

Two Roads West , uma produção da companhia de teatro Kabosh, é parte do West Belfast Festival (Féile '09, em gaélico) e fica em cartaz até o dia 9 de agosto.

Trevo de 21 folhas

Trevo de quatro folhas agora é bobagem... um fazendeiro japonês encontrou um trevo com 21 folhas! Isso é que é sorte!!!

O agricultor, Shigeo Obara, cultiva e faz experimentos há mais 50 anos no jardim de sua casa. O objetivo de Obara san é conseguir produzir um trevo com 30 folhas, e segundo ele, está muito próximo de conseguir.


Clique aqui para ver a foto.

Já percebeu o que o século XXI está fazendo com você?

Já percebeu o que o século XXI está fazendo com você?


1. Você tenta teclar sua senha no display do microondas;

2. Você não joga paciência com cartas de verdade há anos;

3. Você pergunta, via e-mail, se seu colega ao lado vai almoçar com você e ele responde, por e-mail: "me dá cinco minutos";

4. Você tem 15 números de telefone diferentes para contatar sua família de 3 pessoas;

5. O motivo pelo qual você perdeu o contato com seus amigos e colegas é porque eles têm um novo endereço de e-mail;

6. Você não sabe o preço de um envelope comum;

7. Para você, ser organizado significa ter uma pasta para cada assunto no computador;

8. A maioria das piadas que você conhece, você recebeu por e-mail; (e ainda por cima ri sozinho...);

9. Você fala o nome da firma onde trabalha quando atende ao telefone em sua própria casa ou no celular;

10. Você digita o zero para telefonar de sua casa;

11. Você vai ao trabalho quando ainda está escuro, volta para casa quando já escureceu de novo;

12. Quando seu computador pára de funcionar, parece que foi seu coração que parou, você fica sem saber o que fazer, sente-se perdido;

13. Você leu esta página e balançou positivamente a cabeça em diversos pontos;

14. Você já está pensando para quem você vai enviar esta mensagem...
15. Provavelmente agora você vai copiar, colar e enviar para alguém... É a vida...fazer o quê...foi o que eu fiz também...


Celebridades que são parecidas

Frase do dia - 05/08/2009

A partir de hoje vou começar a postar frases diversas no blog, sempre que eu encontrar uma legal! Aí vai a primeira:

"Quem acha que está perdendo tempo com uma pessoa... pode perder essa pessoa com o tempo!"

Yolanda Madeira

Quero compartilhar com vocês a história dessa incrível pessoa!!

"Yolanda Madeira, 21 anos, trabalha na Rádio Caraça há um ano e meio e me recebeu na tarde da última terça-feira para um bate-papo sobre sua agitada vida de
radialista."

Vejam neste link!

E não é porque é minha amiga!! Hawhawhawhaw!!

(PS: Quase não resisti em colocar no título: "Yolanda Madeira - uma locutora fanha". Hahahaha!!)



O Pavão e o Urubu

Em uma planície, viviam um Urubu e um Pavão. Certo dia, o Pavão refletiu:

- Sou a ave mais bonita do mundo animal,
tenho uma plumagem colorida e exuberante,
porém nem voar eu posso, de modo a mostrar minha beleza.
Feliz é o Urubu que é livre para voar para onde o vento o levar.

O Urubu, por sua vez , também refletia no alto de uma árvore:

- Que infeliz ave sou eu, a mais feia de todo o reino animal
e ainda tenho que voar e ser visto por todos,
quem me dera ser belo e vistoso tal qual aquele Pavão.

Foi quando ambas as aves tiveram uma brilhante idéia
em comum e se juntaram para discorrer sobre ela:
cruzar-se seria ótimo para ambos, gerando um descendente
que voasse como o Urubu e tivesse a graciosidade de um Pavão...

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Então cruzaram... e daí nasceu o Peru:

QUE É FEIO PRA CARAMBA E NÃO VOA!!!

Moral da história:

" Se a coisa tá ruim, não inventa gambiarra que piora!!"




Should I stay or should I go?



Da série "Comerciais legais" =D
Propaganda da operadora Claro.
A música diz "Should I stay or should I go?", que significa "Devo ficar ou devo ir?".
E o resto você confere no vídeo!! =)

O diário de um cachorro...

É triste, muito tocante, mas vale a pena ler:


1 semana -
Hoje completei uma semana de vida. Que alegria ter chegado a este mundo!

1 mês -
Minha mamãe cuida muito bem de mim. É uma mãe exemplar!

2 meses -
Hoje me separaram de minha mamãe. Ela estava muito inquieta e, com seu olhar, disse-me adeus. Espero que a minha nova "família humana" cuide tão bem de mim como ela o fez.

4 meses -
Cresci rápido; tudo me chama a atenção. Há várias crianças na casa e para mim são como "irmãozinhos". Somos muito brincalhões, eles me puxam o rabo e eu os mordo de brincadeira.

5 meses -
Hoje me deram uma bronca. Minha dona se incomodou porque fiz "pipi" dentro de casa. Mas nunca me ensinaram onde deveria fazê-lo. Além do que, durmo no hall de entrada. Não deu para agüentar.

8 meses -
Sou um cão feliz! Tenho o calor de um lar; sinto-me tão seguro, tão protegido... Acho que a minha família humana me ama e me consente muitas coisas. O pátio e todinho para mim e, às vezes, me excedo, cavando na terra como meus antepassados, os lobos, quando escondiam a comida. Nunca me educam. Deve ser correto tudo o que faço.

12 meses -
Hoje completo um ano. Sou um cão adulto. meus donos dizem que cresci mais do que eles esperavam. Que orgulho devem ter de mim!

13 meses -
Hoje me senti muito mal. Meu “irmãozinho” tomou minha bola. Eu nunca pego os brinquedos dele! Então tentei pegá-la de volta, mas minhas mandíbulas se tornaram muito forte, então eu o machuquei sem querer. Depois do susto, me acorrentaram e fico quase sem poder movimentar-me até onde tem um raio de sol ou quando quero alguma sombra. Dizem que vão me observar e que sou um ingrato. Não compreendo nada do que está acontecendo.

15 meses -
Já nada é igual... moro na varanda. Sinto-me muito só. Minha família já não me quer! Às vezes esquecem que tenho fome e sede. Quando chove, não tenho teto que me abrigue...

16 meses -
Hoje me desceram da varanda. Estou certo de que minha família me perdoou. Eu fiquei tão contente que pulava com gosto. Meu rabo parecia um ventilador. Além disso, vão levar-me para passear em sua companhia! Nos direcionamos para a rodovia e, de repente, pararam o automóvel. Abriram a porta e eu desci feliz, pensando que passaríamos nosso dia no campo. Não compreendo porque fecharam a porta e se foram. "Ouçam, Esperem!", lati...se esqueceram de mim... Corri atrás do carro com todas as minhas forças. Minha angústia crescia ao perceber que quase perdia o fôlego e eles não paravam.

17 meses -
Procurei em vão achar o caminho de volta ao lar. Estou e sinto-me perdido! No meu caminho existem pessoas de bom coração que me olham com tristeza e me dão algum alimento. Eu lhes agradeço com o meu olhar, desde o fundo de minh'alma. Eu gostaria que me adotassem, seria leal como ninguém! Mas somente dizem: "pobre cãozinho, deve ter se perdido."

18 meses -
Um dia destes, passei perto de uma escola e vi muitas crianças e jovens como meus "irmãozinhos". Me aproximei e um grupo deles, rindo, me jogou uma chuva de pedras "para ver quem tinha melhor pontaria". Uma dessas pedras, feriu-me o olho e desde então, não enxergo com ele.

19 meses -
Parece mentira. Quando estava mais bonito, tinham compaixão de mim. Já estou muito fraco; meu aspecto mudou. Perdi o meu olho e as pessoas me mostram a vassoura quando pretendo deitar-me num pequena sombra.

20 meses -
Quase não posso mover-me! Hoje, ao tentar atravessar a rua por onde passam os carros, um me atropelou! Eu estava num lugar seguro chamado "calçada", mas nunca esquecerei o olhar de satisfação do condutor, que até se vangloriou por acertar-me. Seria melhor que tivesse me matado! Mas só me deslocou as cadeiras! A dor é terrível! Minhas patas traseiras não me obedecem e com dificuldade arrastei-me até a relva, na beira do caminho.

21 meses -
Há dez dias que estou embaixo do sol, da chuva, do frio, sem comer. Já não posso mexer-me! A dor é insuportável! Sinto-me muito mal; fiquei num lugar úmido e parece que até o meu pelo está caindo... Algumas pessoas passam e nem me vêem; outras dizem: "não chegue perto". Já estou quase inconsciente; mas alguma força estranha me faz abrir os olhos. A doçura de sua voz me fez reagir. "Pobre cãozinho, olha como te deixaram", dizia... junto com ela estava um senhor de avental branco. Começou a tocar-me e disse: "Sinto muito, mas este cão já não tem remédio. É melhor que pare de sofrer". A gentil dama, com as lágrimas rolando pelo rosto, concordou. Como pude, mexi o rabo e olhei-a, agradecendo-lhe que me ajudasse a descansar. Somente senti a picada da injeção e dormi para sempre, pensando em porque tive que nascer se ninguém me queria...
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